blogsteiras

27 de outubro de 2008


Bom, lá se foi mais uma eleição. O que dizer dela? Pouco, quase nada.. Mais uma, como todas as outras... 
O que se nota de diferente nessa é a tendência ao "deixa tudo como está"... afinal a maioria foi re-eleita e os que não foram, pertencem, direta ou indiretamente, ao grupo que está no poder.
Outra coisa que não muda: o PMDB... O partido das sombras, o partido que não interessa quem é o dirigente principal, ele está lá, dando pitacos, mantendo os postos chaves, enfim, governando nas sombras, deixando as bordoadas para quem se expõe, para quem pensa que está governando alguma coisa.
Importante é a acachapada dada à Martox, aquela mistura de arrogância, prepotência e botox. Figura que tem como maior talento abrir a boca para disparar idiotices, do tipo criticar a orientação sexual de adversário esquecendo que mantem o sobrenome do ex para tem projeção na política, sem assumir a relação com o milongueiro.
Vamos ver o que o Kassab fará agora que é o dono da cadeira. Até agora era uma espécie de substituto, manteve o pessoal do Serra, seguiu as idéias dele para administrar a cidade, etc. Agora é hora dele ser realmente o prefeito. (um parenteses: se foi eleito vice, porque agora estão dizendo que foi re-eleito?)

No Rio acredito que deu o esperado, apesar da votação justinha. Dudu "sou amigo dos hómi" deve se esforçar para fazer algo que permite pensar no governo estadual no futuro. Já tem uma vivência no ninho de cobras que é a política, principalmente nos escalões inferiores, que determinam quando uma administração irá ou não funcionar.
Nada contra Nandinho Fumarola, mas pela experiência política que tem, deve se concentrar em ser um senador pelo Rio. Se conseguir ser atuante, mostrar serviço, poderá pensar em outros vôos no futuro. Acredito que foi isso que faltou como deputado.

Mas continuo com a mesma opinião sobre políticos: faltam, verdadeiramente, "cojones". Só se expõem em turma, em "associações", em "toma lá, dá cá"... 
Sonho com o dia em que alguem realmente pensando em servir ao povo, se candidate e junto com a informação do seu vice, seja macho para indicar todo seu secretariado ou todos os seus ministros. Aí o povo poderá não só escolher o líder, mas a equipe com a qual ele trabalhará.

Será que isso é muita fantasia?


Padu |

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