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21 de setembro de 2005


SP adere a Dia Sem Carro para tentar reduzir trânsito e poluição

Por Denis Eduardo Serio

SÃO PAULO (Reuters) - Trânsito e poluição são dois dos principais desafios da prefeitura de São Paulo há várias gestões. Para tentar convencer a população a deixar voluntariamente o carro na garagem e evitar engarrafamentos intermináveis e mais poluição, a cidade participa na quinta-feira do Dia Mundial Sem Carro.

Antes de fazer propostas ridículas como essa, porque o sr. Prefeito não faz a mais simples das constatações: SP tem menos de 10% dos kms que deveria de Metro. Tem um transporte viário pifio em volume, qualidade e conforto. Tem vias públicas mais próprias para realização de Rallies com veículos Off-Road do que para nossos pobres carrinhos, que vivem se desmanchando, quebrando suspensão, tornando as rodas quadradas, etc.. E ainda pagamos IPVA para destruirmos os carros nessas "faixas de descaso públicos" que são nossos "leitos carroçáveis"! (E nem estou falando aqui das multas aplicadas nas armadilhas que criam)

Que tal então UM MÊS SEM PREFEITO, SEM VEREADORES, SEM DEPUTADOS, SENADORES E PRESIDENTE!!!

Aí sim, acredito que diminuiria a poluição neste país!



Padu |

18 de setembro de 2005


Não seja "massa de manobra" de safados:

Os danos da proibição de armas
Por Denise Frossard*

O bom senso, sob o fogo cerrado da proposta de proibição do comércio legal de armas, pode ser mais uma das vítimas da ingenuidade ou violência branca da demagogia. O que se pretende com a proibição?
Reduzir a criminalidade é a resposta, tão imediata quanto impensada, que nos vem à cabeça. Mas é uma resposta equivocada. A proibição do comércio legal de armas não fará recuar nem um milímetro a ousadia do crime (organizado), não baixará a taxa de delinqüência das ruas nem mesmo trará o conforto de diminuir a sensação de insegurança que, hoje, atinge em graus variados a sociedade brasileira.
A proibição do comércio legal de armas, como o simples aumento de penas, a mudança do fardamento da polícia, tantas outras medidas (anunciadas ou já implementadas), tem sobre a criminalidade o mesmo efeito de um arco-íris no céu: uma ilusão bonita aos nossos olhos. No caso da proibição do comércio de armas, a falsa sensação produzirá, no entanto, um efeito danoso: retirará do Estado a possibilidade de controle (ainda que frágil, como agora) e dificultará ainda mais a investigação de crimes praticados com esse recurso. Proibida a comercialização, o Estado não terá mais instrumentos para o controle da circulação de armas. Como a sensação de insegurança persistirá, porque as verdadeiras causas da criminalidade (corrupção e impunidade) não são resolvidas em razão das deficiências do Estado, o mercado inteiro de armas de fogo irá para a clandestinidade. As provas desse argumento são muitas. Uma delas está no documento "Fiscalização de Armas de Fogo e Produtos Correlatos", publicado pela imprensa, elaborado pelo coronel de infantaria Diógenes Dantas Filho, que, em conjunto com o Ministério Público Militar Federal, articulou uma ação policial militar para apreensão de armas clandestinas no Rio de Janeiro. O trabalho mapeia as rotas utilizadas pelo tráfico de armas e confirma a existência, em circulação, no Brasil, de 20 milhões de armamentos sem registro, em contraposição a 2 milhões de armas registradas. É uma absurda ingenuidade de uns (e razões suspeitas de outros) imaginar que, diante da proibição do comércio legal, ninguém mais comprará ou deixará de portar armas. O mercado não vai estancar simplesmente porque o Estado proibiu a comercialização. Historicamente não tem sido assim. Quem não se lembra da Lei Seca, nos EUA, ou da reserva de mercado de informática, no Brasil? Nos dois casos, e em muitos outros que a experiência de proibições comerciais mundo afora construiu, cresceu o mercado clandestino e o contrabando. Esse é o terreno fértil para aumentar a corrupção. A medida certa está no controle da fabricação e do porte de armas de fogo, e não na proibição da comercialização. Nesse ponto, é bom retirar do debate a idéia equivocada de que os que são contra a mera proibição estão no pólo oposto da argumentação, propondo "às armas, cidadãos". Não é assim. Acredito na eficiência da regulamentação e no controle rigoroso da fabricação, do porte e da importação de armas. Acredito na responsabilização direta e penal de todo aquele que, mesmo não portando armas, estimule o porte ilegal. Venho defendendo publicamente esses pontos de vista desde o começo dos anos 90. O caminho do controle foi tomado em fevereiro de 1997, com a edição da lei 9.437, que estabeleceu condições para o registro e o porte de armas de fogo e, mais relevante, configurou como crime possuir, deter, portar, fabricar, adquirir, vender, alugar, expor à venda ou fornecer, receber, ter em depósito, transportar, ceder (mesmo que gratuitamente), emprestar, remeter, empregar, manter sob guarda e ocultar arma de fogo, de uso permitido, sem a autorização e em desacordo com determinação legal ou regulamentar. Até 1997, o porte ilegal de armas era uma simples contravenção penal. A partir de então, com a lei 9.437, passou a ser crime, com pena de prisão. Recentemente, o Senado melhorou ainda mais a lei, aprovando um projeto que, entre outras medidas, torna o porte ilegal de armas um crime inafiançável. A proposta do Senado será submetida à Câmara, onde terá o meu apoio. Apesar de não produzir resultados efetivos para o esforço de redução da criminalidade, que, comprovadamente, tem causas mais graves, a proposta para proibição do comércio legal de armas acabará sendo apresentada à população como um milagroso remédio. E nisto está o segundo, e talvez mais importante, equívoco. Sendo aprovada a proposta e em nada resultando no que concerne à necessidade de redução da criminalidade, veremos aumentar a incredulidade da população com as medidas que venham do Estado. Com isso, continuaremos perdendo um importante aliado na luta contra o crime: a confiança do cidadão no Estado.

* Denise Frossard é Juíza e Deputada Federal.


Padu |

9 de setembro de 2005


Depois de tirar a ferrugem da bike, jogar um óleo pra destravar tudo mais um ajustezinho pra poder ficar equilibrado na dita,fui pra pista!
Enquanto pedalava, entre uma tomada de folego e outra, estive pensando, pensando....
Meia hora depois voltei pra casa, o próprio russo Mikail....
Mikail as pernas...
Conclusão: tenho que andar de bike sem pensar... Pensar cansa...


Padu |

6 de setembro de 2005


As vezes achamos umas coisas meio antigas na net mas que sempre é bom "dar uma relembrada" ou pelo menos, "ouvir" o outro lado da moeda:

ARTIGOS

Ronald Biggs no Palácio da Justiça?


O grupo Terrorismo Nunca Mais (www.ternuma.com.br) traz em seu site uma interessante biografia do novo Ministro da Justiça, Aloysio Nunes Ferreira, que tomou posse no dia 14 de novembro último.

Afirma o site que no dia 10 de agosto de 1968 a Ação Libertadora
Nacional (ALN), criada em 1967 por Carlos Marighela, promoveu o
assalto ao trem-pagador Santos-Jundiaí, levando NCr$ 108.000.000,00, cuja ação consolidou o grupo terrorista na luta armada. Um dos que participaram do assalto foi ninguém menos que nosso Ministro Aloysio.

Carlos Marighela é o autor do "Minimanual do Guerrilheiro Urbano",livro de cabeceira de duas gerações de terroristas, inclusive do Baader-Meinhoff, da Alemanha, e das Brigadas Vermelhas, da Itália. Em um trecho do Minimanual, Marighela dá o tom de seus ensinamentos: "...os 'tiras' e policiais militares que têm sido mortos em choques sangrentos com os guerrilheiros urbanos, tudo isto atesta que estamos em plena guerra revolucionária e que a guerra só pode ser feita através de meios violentos." Entre outras "ações" da ALN do Ministro Aloysio, além do assalto ao trem, destacam-se:
-
seqüestro do embaixador americano no Brasil, Charles Elbrick, no
dia 4 de setembro de 1969, em "frente" com o MR-8 de Fernando
Gabeira; este, escreveu um livro sobre o episódio, "O que é isso
companheiro?", que virou filme e concorreu como melhor filme
estrangeiro em Hollywood; na época, Gabeira quis obter visto de
entrada nos EUA, mas lhe foi negado, porque lá, diferente daqui, os
atos terroristas não prescrevem;

- no dia 23 de março de 1971, a ALN faz o "justiçamento" de
um "quadro", Márcio Leite de Toledo; como se sabe, comunista não
mata, "faz justiçamento";

- junto com o Movimento Revolucionário Tiradentes (MRT), a ALN
assassina o industrial Henning Albert Boilesen, diretor do Grupo
Ultra, no dia 16 de abril de 1971;

- terroristas da VAR-Palmares, da ALN e do PCBR assassinam o marujo da flotilha inglesa que visitava o Rio de Janeiro, David A. Cuthbert, de 19 anos, no dia 8 de janeiro de 1972.

- a mesma tróica terrorista (ALN, VAR-Palmares e o PCBR) no dia 25 de fevereiro de 1973 assassina em Copacabana o delegado Octávio
gonçalves Moreira Júnior.

Além de Marighela, outro terrorista de destaque foi Carlos Eugênio Sarmento da Paz, que confessou ter praticado em torno de 10 assassinatos;

Jessie Jane Vieira de Souza, outra "militante" da ALN, é hoje diretora do Arquivo Público do Rio de Janeiro.

Em 1971, a ALN divide-se em duas facções: o Movimento de Libertação Nacional (Molipo) e a Tendência Leninista (TL); o atual presidente do PT, José Dirceu, era um dos integrantes do Molipo, fundado pelo serviço secreto cubano.

Sabe-se que Aloysio Nunes Ferreira, depois do assalto, fugiu com a esposa Vera Trude de Souza para gozar os encantos de Paris. Lá, com certeza Aloysio manteve contato com o "exílio de caviar" de Fernando Henrique Cardoso e a Frente Brasileira de Informações (FBI), criada em 1969 por Miguel Arraes, Márcio Moreira Alves, Almery Bezerra e Everaldo Noroes. A FBI tinha por objetivo fazer difamações contra os governos militares do Brasil e era ligada a organizações de esquerda, incluindo o agitprop francês Jean-Paul Sartre. A FBI chegou a ter "filiais" em outros países, como o Chile de Salvador Allende, onde militavam os "apistas" (da Ação Popular) José Serra e Betinho.

Muitos criticam o Movimento TERNUMA, por colocar na vitrine virtual os "honrosos" currículos de terroristas que outrora infernizaram o País, dizendo que isso tudo é desespero de "milicos de pijama", que não se conformam com os novos tempos e que têm saudade dos "anos de chumbo" - expressão pejorativa utilizada por toda a esquerda.

Na verdade, o Movimento TERNUMA é apenas um contraponto ao Movimento Tortura Nunca Mais, que faz patrulhamento de todos os ex-integrantes dos serviços de segurança que livrou o Brasil de uma guerra civil ou,numa hipótese mais horrível, do jugo comunista. A diferença entre o Ternuma e o Tortura é que o primeiro historia fatos, enquanto que o segundo apenas faz apologia a terroristas. É só ver o conteúdo dos respectivos sites na Internet.

O Tortura Nunca Mais
(que volta e meia recebe vultosas verbas do Governo Federal - é só consultar o Diário Oficial da União) já há
muitos anos faz patrulhamento de militares que combateram os Che
Guevaras e os Bin Laden de outrora no Brasil. Uma vítima do Tortura foi o Coronel Avólio, adido militar em Londres. Junto com a Anistia Internacional, o Tortura pressionou o governo britânico para
extraditar o "torturador" brasileiro, até Tonico Blair, então
presidente da Câmara, entrou na jogada. Mesmo sem ninguém apresentar provas, FHC atendeu a chantagem do Tortura.


Depois foi a novela do médico General Fayad, importunado pelo Tortura até que teve sua licença profissional cassada e foi afastado do comando de um órgão de saúde do Exército. O motivo alegado foi o mesmo do coronel Avólio, porém sem provas. Só recentemente, depois de uma longa batalha judicial, Dr. Fayad obteve novamente o direito de exercer sua profissão.

No final do ano passad, tivemos outro desfecho por conta do
patrulhamento do Tortura, quando um tenente "torturador"
foi "descoberto" trabalhando na Agência Brasileira de Inteligência
(Abin). Tanto ele quanto seu chefe direto, coronel De Cunto, Diretor
da Agência, foram mandados por FHC para o olho da rua.

Mesmo que todos eles tivessem realmente sido torturadores, ou até assassinos, não cabe a ninguém persegui-los - como a tantos outros brasileiros, inclusive delegados de Polícia - ou constrangê-los perante a sociedade e perante suas famílias, simplesmente porque foi promulgada uma lei de anistia a todos os brasileiros. "Pela anistia se elimina não somente a punibilidade da ação, mas a sua própria existência como crime, isto é, as conseqüências penais que dele podem decorrer." (Mirador, Tomo 2, encyclopaedia Britannica).

Por que, então, terroristas e assassinos, que explodiram prédios e pessoas nos "anos de dinamite", podem exercer cargos públicos, sem que sofram qualquer tipo de constrangimento, enquanto que os agentes que combateram o terrorismo hoje são tão perseguidos? A lei da anistia não deveria ser aplicada a todos? Assim sendo, faço uma pergunta bem simples ao presidente do STF: por que Sua Excelência também não fica "perplexo" com essas perseguições contra inocentes da mesma forma que ficou "perplexo" por ocasião dos documentos sigilosos do Exército, surrupiados em Marabá por procuradores da República e
tornados públicos à imprensa? Algum procurador será punido por ter infringido uma lei federal? Com a palavra Sua "Suprema" Marco Aurélio.

Como se pode observar, tendo por base a patrulha do Tortura, não é o Ternuma, não são os "milicos de pijama" que estão promovendo ações de revanchismo, ao apresentar "curricula vitae" de antigos terroristas hoje elevados a cargos de distinção na República. Quem promove há muito tempo o psico-terrorismo em nosso país são as "senhoras de camisola" do Tortura, não o Ternuma. Este apenas apresenta a outra face da história recente do País aos brasileiros, a verdadeira história.

Não fosse a patrulha do Tortura, e o desrespeito de nossas
instituições, certamente não haveria o Ternuma. Os brasileiros não
precisariam nem saber que temos hoje Ronald Biggs no Palácio da
Justiça. Nem que o presidente do PT, José Dirceu, pertenceu ao
serviço secreto de Cuba. Dois importantes políticos da atualidade,
mas que outrora se aliaram à sinistra ALN, filhote da OLAS de Fidel
Castro, tirano que prometeu "criar um Vietnã em cada país sul-
americano". Todos os grupos terroristas atuantes no Brasil nas
décadas de 60 e 70 não tinham como objetivo "democratizar" o Brasil. A sua luta não era contra a "vil ditadura" dos militares. Mesmo que nosso País fosse governado por um presidente civil, teriam promovido o terrorismo da mesma forma, como ocorreu na Argentina, na Bolívia e mesmo no Chile, durante o Governo Allende, em que sua guarda pretoriana assassina se aliou ao MIR e ao Partido Comunista para eliminar desafetos. A verdade é que todos aqueles grupos terroristas atuantes no Brasil desejavam implantar em nosso País um sistema político nos moldes cubanos, ou seja, a ditadura comunista. Não a democracia.

Felizmente, nossos atuais distintos Ministro da Justiça e Presidente do PT não obtiveram êxito em suas antigas atividades guerrilheiras.Se tivessem sido vitoriosos, o Brasil hoje poderia ser uma Angola de dimensão continental, milhões de minas terrestres estariam mutilando pessoas, brasileiros se trucidando uns aos outros em uma guerrilha infernal sem fim. Fernando Henrique Cardoso, hoje, não estaria governando um país pacífico. Provavelmente, a exemplo do Presidente Pastrana, do Peru (e das FARC), FHC estaria hoje negociando com José "Tirofijo" Genoíno a "liberação" de uma extensa área na região de Chambioá para os guerrilheiros do PC do B.

É mais do que hora de os brasileiros esquecerem antigas desavenças e se unirem em torno de um objetivo nacional de progresso econômico-social. Só assim deixaremos de ser um País partido em sua alma e seu corpo, tudo por conta de uma história mitológica que a esquerda está contando há anos às novas gerações. Infelizmente, com muito sucesso.

Félix Maier

TERRORISMO NUNCA MAIS.


Padu |



Quando fui assaltado não me ocorreu de exigir do malandro que me apresentasse Nota Fiscal, Porte de Arma ou Declaração do IR para ver se ele estava usando sua "ferramenta de trabalho" dentro dos requisitos da lei...
Parece que, já que não conseguem tirar as armas dos bandidos, nossos grandes líderes seguem o caminho tradicional, tirar do povo honesto que só quer ter o direito de ter e manter suas posses, suas conquistas...
E tem idiota que entra nessa onda e sai por aí defendendo essa idéia. Nasceram para gado de abate mesmo e não para seres inteligentes.


Padu |



É.. Ter e não saber usar não adianta, mas ter e saber o que fazer com ela pelo menos deixa a situação mais equilibrada..
Ou será que devemos dar a certeza pro vagabundo que ele vai poder "trabalhar" sem preocupações?


Padu |

5 de setembro de 2005


São Paulo começa caça aos ratos

Diário de S.Paulo
Globo Online

Ué??? Pensei que isso começaria por Brasília......


Padu |

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